Para começar, um poema.
Composto há anos, mas um poema...
TU
Teu hálito de capim santo,
quebra-se em teus lábios
carnudos e sedutores.
Teu cheiro de cravo e canela,
arrebenta-se em sua pele
macia e aveludada.
Teu cabelo de mel de tiúba,
debruça-se sobre teus ombros
arredondados e aconchegantes.
Teus seios morenos e atrevidos,
machucam o meu peito
palpitante e ofegante,
meio sem jeito,
mas que tem acerteza
que te ama loucamente.
Belo, belo!
ResponderExcluirTodo poema se faz naturalmente quando se tem um amor vivo.
Ah, queria pedir um favor: publique, quando possível for, a poesia do cadáver... ouvi dizer e fiquei curiosa!
Bjs alados e floridos.