quarta-feira, 10 de agosto de 2011

BLOG DO ODIR ROCHA

Para começar, um poema.
Composto há anos, mas um poema...

TU

Teu hálito de capim santo,
quebra-se em teus lábios
carnudos e sedutores.

Teu cheiro de cravo e canela,
arrebenta-se em sua pele
macia e aveludada.

Teu cabelo de mel de tiúba,
debruça-se sobre teus ombros
arredondados e aconchegantes.

Teus seios morenos e atrevidos,
machucam o meu peito
palpitante e ofegante,
meio sem jeito,
mas que tem acerteza
que te ama loucamente.

Um comentário:

  1. Belo, belo!
    Todo poema se faz naturalmente quando se tem um amor vivo.

    Ah, queria pedir um favor: publique, quando possível for, a poesia do cadáver... ouvi dizer e fiquei curiosa!

    Bjs alados e floridos.

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